domingo, 21 de novembro de 2010

Não tão sozinho!


Perdi a consciência então

Senti a sanidade me deixa

Mas um passo em frente a escuridão

Daqui pra frente sou são eu e mais ninguém

Ao perceber, que você não pode me ajudar

E ver que tempo não vai mais voltar

E minhas atitudes que me levam a crer

Que estou longe de quem eu deva ser

Não sei se o tempo vai apagar o que eu fizer

Mas sei que o risco vale a pena se puder viver

Perdi a minha ao seguir sua razão

Deixei meus sentidos me guiar

Quando tudo é feito para não durar

Sigo em direção da contra mão

Pensando no por que do eu fiz

Sem admitir o risco que corri

Tudo pra ser quem ser,

Quem seria o culpado pelo fim

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